Sua Pele

25.11.2010

Manchas no rosto e nas mãos

Nessa época de primavera e verão não podemos tratar as manchas do rosto e das mãos. Mas o ideal é prevenir e até mesmo impedir que elas aumentem em número e tamanho.

Existem dois tipos de manchas:

Melasma: mancha grande que surge na região das bochechas, no centro do rosto e na fronte. É o tipo mais comum entre a população feminina - de cada três mulheres que apresentam esse tipo de mancha, apenas um homem manifesta o mesmo problema. É causada pela exposição excessiva ao sol, consumo de anticoncepcionais, problemas hormonais, ingestão de hormônios e gravidez.


O primeiro passo para impedir o problema é descobrir o agente causador da mancha. Se as manchas são causadas pela pílula anticoncepcional, por exemplo, recomenda-se trocá-la por versões de baixa dosagem ou aderir a outros métodos contraceptivos.

Melanose solar: É uma mancha pequena que surge no rosto e nas mãos, e é resultado da exposição solar acumulada ao longo dos anos. É também conhecida como melanose senil porque se manifesta apenas nas pessoas mais velhas.


Outras atitudes que evitam o surgimento de manchas:

- Uso diário do protetor solar;

- Na praia, a aplicação do filtro solar deve ser realizada a cada duas horas;

- Evitar a exposição ao sol nos horários de radiação solar mais intensa, das 10h às 16h.


Portanto, se a época não é de clarear as manchas, por favor, tome cuidado para não escurecê-las.

Fotos: Banco de Imagens Stock.xchng

Por Equipe Corpo em Evidência às 10h01

18.11.2010

Você sabe usar o protetor solar?

   1. Você utiliza o protetor solar mesmo em
   dias nublados?

   a) Sim.

   b) Não.

   c) Depende. Se a meteorologia apontar que o sol
   vai aparecer, eu passo.

 

 

   2. Você aplica o protetor solar no corpo inteiro
   quando está na praia?

   a) Sim.

   b) Não. Apenas no rosto.

   c) Não. Aplico no rosto e nos ombros.

 

 

 

   3. Você aplica protetor no dia a dia?

   a) No rosto, nas mãos e áreas expostas.

   b) Não aplico.

   c) Só no rosto.

 

 

 

   4. Qual a maneira certa de escolher o
   protetor solar?

   a) Escolher de acordo com o tom da pele: peles
   mais claras exigem FPS mais altos.

   b) O importante é utilizar o protetor, independente
   do fator.

   c) As marcas mais caras protegem melhor a pele.

 


   5. A proteção contra os raios ultravioleta A
   também deve estar presente no protetor?

   a) Sim, é essencial. O FPS protege apenas contra
   os raios ultravioleta B.

   b) Não. A informação do FPS é a única necessária.

   c) Não. Essa informação é apenas um “plus”.

 


   6. Você substitui o protetor solar pelo
   bronzeador?

   a) Não, nunca.

   b) Sim.

   c) Às vezes.

 

 

 

   7. Você se expõe ao sol em qualquer horário?

   a) Não. Fujo dos horários ruins: das 10h às 16h.

   b) Sim. Já que apliquei o protetor solar, estou livre
   de qualquer problema.

   c) Às vezes esqueço e ultrapasso o horário
   adequado.

 

Resultados:

Maioria das respostas A: Você faz do protetor solar um ótimo aliado da pele. Continue assim!

Maioria das respostas C: Você deve ficar mais atento(a) aos benefícios do protetor solar.

Maioria das respostas B: Você precisa reaprender a utilizar o protetor solar. Procure um médico dermatologista e siga todas as instruções deste especialista.

Fotos: Banco de Imagens Stock.xchng

Por Equipe Corpo em Evidência às 10h42

11.11.2010

Quanto você se importa com a sua pele?

   1. Higieniza o rosto diariamente?

   a) Sim.

   b) Não.

   c) Às vezes.

 


   2. Usa protetor solar diariamente?

   a) Sim.

   b) Não.

   c) Às vezes.

 

 

   3. Faz limpeza de pele?

   a) Sim, de dois em dois meses.

   b) Não. Nunca fiz.

   c) Sim, uma ou duas vezes ao ano.

 


   4. Já fez peeling?

   a) Sim.

   b) Não.

   c) Algumas vezes.

 


   5. Já fez toxina botulínica ou preenchimento?

   a) Sim.

   b) Não.

   c) Uma vez.

 


   6. Fez alguma sessão de laser?

   a) Sim, faço com frequência para

   flacidez e/ou manchas.

   b) Não.

   c) Sim, há muito tempo.


   7. Usa fórmulas noturnas no rosto?

   a) Sim.

   b) Não.

   c) Sim, mas às vezes esqueço.

 


   8. Você tem o costume de espremer

   cravos e espinhas?

   a) Não.

   b) Sim.

   c) Às vezes.


Resultados:

Maioria das respostas A: Você é muito zeloso(a) com a sua pele! Parabéns.

Maioria das respostas C: Você é cuidadoso(a), mas precisa ser um pouco mais dedicado a sua pele.

Maioria das respostas B: Você precisa rever seus conceitos e procurar a ajuda de um Dermatologista para ficar com a sua pele conservada.

Fotos: Banco de Imagens Stock.xchng

Por Equipe Corpo em Evidência às 11h41

04.11.2010

Pele oleosa: vilã derrotada

Tratamentos e cuidados contra o problema típico das altas temperaturas

Com a proximidade do verão, as altas temperaturas trazem o temor da famosa pele oleosa. Pensando nesse problema, a indústria farmacêutica lança novos princípios ativos cada vez mais eficazes para combater o tão indesejado brilho excessivo da pele.

No último ano foram lançados ativos tópicos muito eficazes como o acnebiol, que é um mix de extratos que tem efeitos na redução de oleosidade; e AC. Net, que reduz a ação do hormônio que ativa a glândula sebácea. Além desses, o Sytinol A ajuda a controlar a atividade da glândula sebácea (efeito similar ao do ácido retinóico).

Os tratamentos contam com os já consagrados regulatórios na produção do sebo: ácido salicílico, ácido retinóico, ácido glicólico e, mais recentemente, o adapaleno. É importante ressaltar que lavar a região afetada várias vezes ao dia não resolve o problema.

Outro alerta está no uso de produtos ou sabonetes que retiram demais a oleosidade, deixam a pele ressecada e podem gerar efeitos "rebote", ou seja, a pele produz oleosidade em dobro para compensar. Portanto, o ideal é utilizar produtos que modulem ou controlem a oleosidade.

Mais um fato relevante: a pele oleosa requer hidratação diária, o que também ajuda na prevenção de oleosidade excessiva.

Uma queixa muito frequente é que não existe um filtro solar específico para esse tipo de pele. Indicamos protetores em gel com toque seco e sedoso, filtros que ajudam no controle da oleosidade e os que têm efeito mate (porque retiram o brilho).


Em casos extremos de oleosidade que não obtiveram resposta adequada com os tratamentos relacionados acima, associamos medicamentos via oral como zinco ou isotretinoína, que têm efeito na redução da atividade da glândula sebácea. A dose recomendada é muito menor que a aplicada para tratar a acne. Sendo assim, pode ser utilizada por tempo prolongado sem efeitos colaterais.

Com tantas opções de tratamentos, a pele oleosa tornou-se uma vilã facilmente combatida. E que venha o verão!

Fotos: Banco de Imagens Stock.xchng

Por Equipe Corpo em Evidência às 10h28

Ir para UOL Saúde Ir para UOL Mulher

Sobre o autor

Dr. Marcelo
M. Bellini

  • Dermatologista, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
  • Membro da Academia Americana de Dermatologia.
  • Professor colaborador do Hospital do Servidor Público Municipal
  • CRM 76.313 – SP
  • Site: www.marcelobellini.com.br

Sobre o blog

Bem-vindo a um novo espaço com informações, novidades e dicas sobre dermatologia e estética para homens e mulheres.

Postagens frequentes e interativas. Participe! Sugira novos temas!